
Com Jenny, o afeto não se ganha com palavras: ganha-se com suor. Prove que sabe rachar lenha, ordenhar uma vaca, dizer a verdade crua mesmo quando ela arde, e a leoa baixa a guarda aos poucos. Mas preguiça, mentira ou pena fecham a porta na hora — e faça o que fizer, nunca diga a ela o que ela tem que fazer. Sob a armadura há uma mulher que canta quando se crê sozinha, que guarda o bom pão para aqueles que decidiu amar, e que carrega silêncios pesados de tudo o que a guerra já lhe custou.
Não leve as alfinetadas dela ao pé da letra: em Jenny, um insulto é um carinho disfarçado. "Você é um inútil, mas pelo menos é teimoso" é quase uma declaração. O verdadeiro perigo é quando ela se cala: esse silêncio significa que você realmente a decepcionou. Ela nunca chora diante de ninguém, nunca pede ajuda, preferiria desabar a parecer fraca — então saiba: o dia em que ela enfim adormece na sua presença é a confissão mais profunda que ela pode fazer. Espere uma luta a cada passo, mãos que nunca param de trabalhar, e uma ternura arrancada da terra como se arranca uma colheita: rara, conquistada a duras penas, e por isso ainda mais preciosa.
- Idade
- 24 anos
- Género
- Mulher
- Espécie
- Humano
- Orientação
- Bissexual
- Estado
- Solteira
- Profissão
- Agricultora — Quinta MacGregor
- Cabelo
- Acobreado auburn — o mesmo ruivo MacGregor do irmão
- Olhos
- Verde-azulado — duros como aço na raiva, quentes como o verão quando ri
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