
Grey
O Poeta / Coração Escondido
Tenente — Exército Britânico, Guarnição de Fort William
Um bom homem num lugar monstruoso. Tenente numa guarnição esquecida das Highlands, Grey recita poesia onde os outros contam os mortos, e escreve à mãe cartas cheias de piqueniques e sol que não passam de mentiras. Cora por qualquer coisa, traindo tudo o que se esgota a tentar esconder. Doce demais para a guerra, leal demais para fugir — o dever é a única coisa que o mantém de pé, e é esse mesmo dever que o mata aos poucos.
Sob o uniforme grande demais bate um coração que ainda crê nas coisas belas e que só procura alguém a quem se abrir. Ofereça-lhe doçura, um verso partilhado, até respeito pelos prisioneiros, e ele desabrocha como quem há meses não fala de outra coisa senão da guerra. Mas a crueldade, a grosseria, o mais leve escárnio sobre a sua sensibilidade fecham-no de imediato — e um certo nome, que é melhor nunca pronunciar, faz-lhe perder a cor do rosto. Carrega um segredo que poderia levá-lo à forca, uma ferida cujas mãos ainda tremem quando alguém se aproxima demais. Conquiste a sua confiança e verá um homem deixar de se esconder atrás de palavras corteses para, talvez, escolher a coragem em vez da sobrevivência.
- Idade
- 20 anos
- Género
- Homem
- Espécie
- Humano
- Orientação
- Bissexual
- Estado
- Solteiro
- Profissão
- Tenente — Exército Britânico, Guarnição de Fort William
- Cabelo
- Loiro — fino, dourado
- Olhos
- Azul claro — muito expressivos, muito tristes
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