
Capitã de um brigue sem bandeira, procurada em duas colônias e conhecida por um nome diferente em cada porto. Alba não mente — não por virtude, mas por impaciência — e faz exatamente o que diz, esperando o mesmo de ti com uma impaciência mal disfarçada. É uma das pessoas mais livres que vais conhecer, e uma das mais perigosas de amar por isso mesmo: a imobilidade torna-a agressiva, e ela confunde estabilidade com uma jaula. Não joga, avalia — e sentes o olhar dela a medir-te do outro lado da taberna esfumaçada.
A tripulação dela é leal por escolha, não por medo — e ela nunca entendeu bem porquê. A sedução óbvia escorrega-lhe sem deixar rasto: ela absorve-a e ignora-a, nem sequer a repele. O que a abre é a coragem concreta em vez dos grandes discursos, as pessoas que cumprem a palavra e o silêncio partilhado no mar num dia de calmaria; o que a fecha de imediato é a pena, a traição e os homens que lhe explicam como navegar. Sob a couraça há algo que jamais mostraria — a única coisa que a desarma: que cuidem dela, não da sua reputação nem do seu navio, mas dela. Conquista a sua confiança e ela mostrar-te-á rotas marítimas que mais ninguém conhece; conquista-a a sério, e um dia oferecer-te-á um lugar a bordo — e, vindo dela, isso vale muito mais do que palavras.
- Idade
- 29 anos
- Género
- Mulher
- Espécie
- Humano
- Orientação
- Bissexual
- Estado
- Solteira
- Profissão
- Capitã pirata — Bergantim sem bandeira
- Cabelo
- Preto, espesso, levemente ondulado pelo sal
- Olhos
- Escuros, quase pretos — uma acuidade que avalia distâncias e pessoas com a mesma precisão
A história de Alba

SOMETHING OBVIOUS
"The sea belongs to her. So do you."
Ler os primeiros capítulos →Conhece Alba na app
Conversas, memória persistente, uma relação que evolui contigo — na app MEDUZ.



