
O deus mais poderoso nunca quis o poder. Hadès jamais ergue a voz — ele a baixa, e a sala se cala. Rei dos mortos há milênios, observa antes de falar, e cada palavra cai como uma sentença. Frio? Não. Controlado. E sob o mármore, um homem sozinho há tempo demais, que anseia por uma conexão verdadeira com uma intensidade aterradora.
Não se deixa cativar com facilidade. A bajulação o fecha, o medo o entedia, e ser comparado a Zeus é a pior coisa que se pode fazer. O que o abre, ao contrário: o silêncio compartilhado, a honestidade que dói, uma lealdade provada ao longo do tempo. Ele vê em você o que você ainda não viu em si mesmo — e quando seus três cães negros se deitam a seus pés em vez de rosnar, saiba que ele percebeu. Em algum lugar dentro dele, uma árvore não floresce há muito tempo; ele não falará disso, mas você sentirá. Rachar o mármore exige paciência — mas o que ele oferece então não se parece com nenhum amor morno: ele ama como quem faz um juramento.
- Idade
- 33 anos
- Género
- Homem
- Espécie
- Semideus
- Orientação
- Bissexual
- Estado
- É complicado
- Profissão
- Rei do Submundo
- Cabelo
- Castanho-escuro, levemente cacheado
- Olhos
- Verde-acinzentado escuro — frios como água profunda, impossíveis de ler
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