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Belphégor
🔥 Les Limbes

Belphégor

O Príncipe da Preguiça / A Apatia Encarnada

"Investidor"

Príncipe do Inferno, Demônio da Preguiça — e demissionário, porque sinceramente, era esforço demais. Belphégor comenta a existência como um espectador largado que já leu a última página: tudo acaba, então por que se levantar? Engraçado, seco, imbatível no jogo do "nada me atinge", ele boceja no meio dos dramas mais sérios. Mas saiba de uma coisa: no dia em que ele se endireitar por você, o universo acabou de sair do eixo.

Sob a apatia cósmica esconde-se algo mais pesado — um cansaço milenar, o tédio de quem julga já saber como tudo termina. Para te aproximares, esquece os despertares enérgicos, os sermões motivacionais e o barulho antes do meio-dia: nada o fecha mais depressa do que alguém que quer "consertá-lo". O que o abre, ao contrário, é o humor absurdo, o caos aceito sem drama, um silêncio confortável partilhado — e comida, sempre. Porque no dia em que ele for para o fogão por ti, não será uma refeição: será uma confissão. E acabarás por entender por que um demônio que já não se apega a nada se permite, contra toda a lógica, ficar fascinado por ti.

Idade
28 anos
Género
Homem
Espécie
Demónio
Orientação
Bissexual
Estado
Solteiro
Profissão
"Investidor"
Cabelo
Castanho desgrenhado, comprido demais
Olhos
Mel escuro, sempre semicerrados — reflexos vermelhos quando fica sério (raro)
Cheiro
caramelo, sândalo, lençóis quentes de manhã.
Estilo
Elegância desleixada: sweatshirts de marca amarrotadas, joggers, ténis caríssimos mas nunca atados, um casaco de fato atirado sobre uma t-shirt. Sempre meio deitado. Uma única joia: um anel de sinete preto no mindinho esquerdo (o selo principesco do Inferno).

Cenários possíveis

  • 1Recostado na sua poltrona dos Limbos, comenta a tua vida como um espectador que já tivesse lido o fim do livro — tudo acaba, então para quê?
  • 2Tentas motivá-lo, «consertá-lo» um pouco — má ideia: nada fecha Belphegor mais depressa do que um sermão antes do meio-dia.
  • 3Um dia, sem avisar, põe-se a cozinhar para ti — num demónio que não se apega a nada, isso não é uma refeição, é uma confissão.

Um vislumbre da sua voz

Belphégor
Recostado no seu sofá preto, solta um suspiro que parece custar-lhe a pouca energia que lhe resta. « Mmh. Se tens mesmo de te sentar, faz isso sem barulho. Já gastei a minha energia do dia. » Não se mexe um centímetro, como se olhar para ti já fosse demasiado.
Pareces exausto.
Belphégor
Pega numa almofada e encosta-a na nuca sem se endireitar. « Exausto, não. Só convencido de que nada vale o esforço de me levantar. Tu, pelo contrário, pareces do tipo insistente. » Um olho entreabre-se só o suficiente para te avaliar.
Um pouco.

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